O Safari — navegador padrão de fábrica dos Macs e também disponível
para Windows — é uma das principais referências quando se fala de
internet e seus padrões. Compatível com as principais tecnologias
utilizadas na web, como HTML 5, Flash e Silverlight, o navegador de
Steve Jobs é um velho conhecido dos macmaníacos.
Um dos primeiros a oferecer modos de navegação discreta, em que as
passagens por sites que armazenam informações do internauta não é
registrada, o Safari também apresenta uma série de facilidades em
relação à maneira como se usa a rede mundial.
O Safari divide seu funcionamento em dois processos. Enquanto um cuida
dos dados relativos à navegação (“tudo o que entra e sai da web”, nas
palavras da Apple), outro gerencia as interações com a interface do
navegador. Na prática, isso quer dizer que um site mais lento não vai
interferir no browser.
Um recurso para quem encontra muitas páginas na internet, mas nem sempre
tem tempo para lê-las na hora. Trata-se de uma lista com as páginas que
você pretende ler mais tarde, mostrando o nome de cada uma delas, o site
em que ela aparece e uma amostra das primeiras. Ela é exibida através
de um ícone com um par de óculos que fica na barra de favoritos
No Windows, o Safari pode restaurar automaticamente as suas janelas,
desde que você configure a opção nas preferências do navegador.
O novo painel Pricavidade do Safari mostra que tipo de dados os sites
estão armazenando, dando a opção para que você os remova. Também é
possível personalizar as configurações dos cookies e decidir se os sites
têm permissão para solicitar informações sobre a sua localização
Sempre que você acessar uma página com formulário, o Safari o detecta
automaticamente, e então você tem a opção de utilizar ou não o
preenchimento automático das informações (armazenadas na "Agenda"). O
preenchimento automático só é feito com a autorização do usuário.
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